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| Foto- MRN |
Moradores de comunidades do PAE Sapucuá conhecem as operações da MRN em visita que amplia o diálogo sobre atuação da MRN no território.
A Mineração Rio do Norte (MRN) reforçou sua agenda de relacionamento com as comunidades inseridas na Área de Influência Direta do Projeto Linha de Transmissão (PLT). Na última quarta-feira (29), moradores das comunidades Aimim, Cunuri e Ascensão participaram de visita às operações da companhia e puderam acompanhar de perto as transformações que impactam o presente e ajudam a desenhar o futuro da região. A iniciativa ocorre em um momento decisivo para o PLT, considerado estratégico para a continuidade das operações e para a transição energética da MRN.
Durante as visitas, os participantes conheceram os processos operacionais, ações ambientais e sociais, também esclareceram dúvidas sobre os impactos e benefícios da atividade no território. Para a analista de Relações Comunitárias da MRN, Roselene Breda, a visita contribui para ampliar a transparência e qualificar o diálogo. “Ao apresentar resultados e práticas da empresa, reforçamos o compromisso da MRN com uma gestão responsável e aproximamos a operação das comunidades”, afirmou.
Para as lideranças comunitárias, a visita fortalece expectativas de desenvolvimento. O coordenador da comunidade Cunuri, Rosinaldo Batista Gato, vê no projeto potencial de ampliar oportunidades. “Esperamos que essa parceria se fortaleça e traga mais ações para as comunidades. Queremos que o projeto continue e cresça cada vez mais”, disse.
Já Dázio de Araújo, diretor jurídico da Associação das Comunidades das Glebas Trombetas e Sapucuá (ACOMTAGS), elogiou o caráter educativo das visitas. “A cada participação, ampliamos nossa compreensão. A tecnologia mostra maior cuidado e redução de impactos, o que contribui para uma visão mais equilibrada sobre a atividade”, afirmou. Na comunidade Ascensão, o sentimento é parecido. “Nosso território é grande, são muitas comunidades. Seria importante que todos pudessem viver essa experiência”, afirmou o coordenador Raimundo Feijão Tavares.
Sobre o Projeto Linha de Transmissão
Durante o percurso, Roselene Breda explicou que o PLT vai conectar a MRN ao Sistema Interligado Nacional (SIN), permitindo a adoção de uma matriz energética mais limpa e eficiente. “A expectativa é reduzir em cerca de 90% as emissões de gases de efeito estufa associadas à geração própria de energia, avanço expressivo do ponto de vista ambiental”, destacou a analista. Com 98 Km de extensão, a linha ligará a subestação de Oriximiná à futura subestação Saracá, dentro das instalações da MRN, em Porto Trombetas. O sistema, em 230 kV, garantirá maior segurança energética, estabilidade operacional e alinhamento às melhores práticas de sustentabilidade na mineração.
Por- Redação
Com Informações, Imprensa MRN
