Deputado federal Priante mantém forte atuação no Oeste do Pará e destina R$ 15 milhões para Óbidos

Foto- Divulgação


Ministério das Cidades já empenhou mais R$ 1 milhão para o início dos investimentos em saneamento básico.


O município de Óbidos vai poder realizar nos próximos meses, um dos maiores investimentos já realizados em saneamento básico, com a confirmação da destinação de R$ 15 milhões oriundos de emenda parlamentar do deputado federal José Priante (MDB), que há anos acompanha o desenvolvimento do município, conhecido por estar localizado em uma das regiões mais estratégicas no Oeste do Pará.

O recurso será transferido para a Prefeitura Municipal via Ministério das Cidades, conforme previsto no convênio n°951400/2033, que assegura o financiamento de obras de melhorias e ações integradas para o sistema de drenagem e abastecimento de água; drenagem urbana e manejo de águas pluviais.

Desde o dia 8 de dezembro de 2023, o Ministério das Cidades fez o empenho de parte do valor confirmado. Inicialmente a administração municipal poderá contar com R$-1.849.480,00, para começar as obras.

Com o crescimento da área urbana de Óbidos, muitos bairros apresentam problemas com a falta de abastecimento de água, principalmente os bairros Perpétuo Socorro (São José Operário), São Francisco, parte do bairro Bela Vista e nas novas áreas que estão sendo habitadas no ramal de Refúgio, àrea da Alegria entre outras.

Além disso, algumas comunidades da zona rural precisam de novos sistemas de abastecimento de água ou da ampliação dos ja existentes.

Ao longo da última década foram mínimos os investimentos em drenagem e manejo de águas pluviais, que acabaram se transformando nas maiores demandas de infraestrutura da cidade.


Dados ruins


Óbidos integra uma estatística preocupante, quando o assunto é saneamento básico na região amazônica.

Em recente matéria publicada pela Agência Senado, Alexandre Saia, coordenador-geral de Planejamento e Políticas de Recursos Hídricos do Ministério do Desenvolvimento Regional (MIDR), disse que foi constatado um "quadro catastrófico na Amazônia". A coleta e o tratamento de esgoto beneficiam apenas 15% dos moradores da região.

O desafio de melhorar o saneamento básico não é uma exclusividade da região norte. No cenário nacional, 30 milhões de pessoas não têm água tratada, e mais de 74 milhões não têm se quer coleta de esgoto. Os dados foram divulgados em novembro de 2023, por Elcires Freire, coordenador do MBA em Saneamento Básico na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP).

Por- Redação

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